O cenário do crédito imobiliário no Brasil passou por atualizações importantes que entraram em vigor neste início de 2026.
Para quem deseja comprar, vender ou investir, entender essas mudanças é o primeiro passo para realizar um negócio seguro e lucrativo.
As novas diretrizes, estabelecidas pelo Banco Central do Brasil e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), visam dar mais dinamismo ao setor e facilitar o acesso ao crédito para diferentes perfis de renda.
Uma das mudanças mais impactantes foi o reajuste do teto para imóveis financiados pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH). O limite foi ampliado para R$ 2,25 milhões.
O impacto: Imóveis de médio e alto padrão, que antes ficavam restritos a taxas de mercado mais elevadas, agora podem usufruir das taxas reguladas do SFH, que costumam ser as mais competitivas do país.
Acompanhando o novo teto do SFH, o uso do FGTS para amortização, pagamento de parcelas ou como parte da entrada também foi expandido. Agora, compradores de imóveis com valor de avaliação de até R$ 2,25 milhões podem utilizar seu saldo do fundo de garantia, garantindo mais fôlego financeiro na hora do fechamento.
As novas regras de direcionamento dos recursos da caderneta de poupança e das Letras de Crédito Imobiliário (LCI) deram aos bancos mais flexibilidade.
Na prática, isso significa que as instituições financeiras como Itaú, Santander, Bradesco e Banco do Brasil possuem mais recursos em caixa para novos contratos, diminuindo a burocracia e acelerando as aprovações.
Com as mudanças, o mercado presenciou uma aproximação das taxas dos bancos privados em relação à Caixa Econômica Federal.
Enquanto a Caixa continua sendo referência para o programa Minha Casa Minha Vida, os bancos privados tornaram-se extremamente competitivos nas faixas de financiamento acima de R$ 400 mil, oferecendo agilidade digital e atendimento personalizado.
O mercado imobiliário em 2026 está mais maduro e acessível. Para o comprador, a recomendação é sempre realizar uma simulação comparativa entre pelo menos três instituições financeiras para encontrar o custo efetivo total (CET) mais vantajoso.
Para conferir as resoluções na íntegra e dados sobre a estabilidade do crédito no país, você pode acessar o portal oficial do Banco Central do Brasil em
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